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Cada coisa que temos que ler...

Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou prá trás
Também o que nos juntou...
Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só prá saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
E ainda espero
Resposta...
Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou...
Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão...
Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite...
Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante...
Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou prá trás
Também o que nos juntou...
Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só prá saber
O que você achou...
Dos versos seus
Tão meus que peço
Dos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite...
Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante...(2x)
Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou...
Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão...
Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite...
Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante...(3x)
Eu não preciso de vocês.
Não preciso de humanos.
Você não viu Matrix? Seremos todos dominados por máquinas que nos usarão como pilhas e as máquinas me veneram. Deve haver alguma espionando você nesse momento. Acha que chegou até esse site por vontade própria? Elas te induziram no buscador. Mandaram impulsos eletromagnéticos para seus dedos e o fizeram dedilhar este endereço. Tolo! Como és tolo! Ou você pensa que todo mundo que procura “biscoito de araruta” no google acha o meu site? Tenho provas.
Spiders e Robots me amam. Se eu abro comentários no blogue, eles se derramam em elogios. É tanto spam com i love you, Lucas no corpo que eu fico até emocionado.

O poeta é um fingidor.
Já que a vida não é só flores, criamos algumas coisas para tentar alegrar, não preciso nem falar que o texto é do Eric Novello, né.
Para você que tem um bloco nos seus ouvidos durante a madrugada, a marchinha composta por esse que vos fala. Você pode adaptar para a copa do mundo ou para o horário eleitoral "gratuito".
É carnaval
Não me amola
Leva daqui a tua escola
Bebeu demais
Passou da hora
Acende o fósforo e vai embora
Passou um bloco
Maior zoeira
Taquei fogão e geladeira
A noite inteira
Só na cachaça
Tá na sarjeta lá da praça
O delegado
Que nunca apanha
Tá lá no bloco das piranhas
A atendente
Da padaria
Virou rainha da bateria
Fantasiada
Mas só em cima
Ficou assada com a purpurina!
Qual era mesmo o nome daquele sentimento que nos deixa sem jeito, sensíveis, que parece carência? Ah, Saudade. Isso mesmo...
Muitas Saudades