sexta-feira, 30 de maio de 2008

...A Pequena...

A Ruiva sempre anda acompanhada por alguém, essa semana com o seu retorno não seria diferente, a festa de reencontro não foi em casa, dormi muito bem essas noites (apesar dos sonhos, que é um caso aparte), a Pequena anda ao seu lado como se fosse irmã, duvidaria se não as conhecessem.
Hoje em dia a “casa” de alguém está sendo posta em ordem então garanto mais um tempo de tranqüilidade, uma vai, outra fica.
A vida é assim mesmo, aprendemos a ver inúmeras coisas das mais diversas formas e com alguns auxílios aprendemos a descobrir o interior de cada uma delas, a Pequena mostrou que alguns amores são simplesmente amores, sem muito que falar, sem muito que provar, um amor puro que se demonstra sem malicia no dia-a-dia, sendo você mesmo, isso sim é amor, é se descobrir e passar isso a diante o outro compartilhará e o encontro de bem-estares trará o algo mais sem pressa, sem nada, se não rolar a amizade que se formou já vale muito, desespero? Eu quero que sim? Claro que isso surge, mas se afundar porque não existe o famoso algo mais? NUNCA.
Sinto informar que depois dessa lição a Pequena não é alguém romântica, pode até ser a mais meiga do grupo (não queira nem conhecer as demais de uma forma normal), porém ela é somente realista, companheira, fala o que se precisa ouvir de uma forma mais tranqüila, centrada, não sei sua história, não sei suas origens, não sei nada demais, só que ela é mais sossegada quando entra no quarto alheio, é mais discreta e sempre deixar ao menos um espacinho na minha mesa livre.
Viro para o lado, antes de dormir penso nessas palavras, a Pequena aprendeu rápido, pena que anda distante, visitantes normais não é normal mesmo, tinha que saber...

(imagem de Favole)

É. não ficou tão bom, eu sei....

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Sei Grande - Nek

Ogni passo, ogni faccia, ogni cosa che fai
Ogni volta e' un massacro se tu te ne vai
Si lo so che mi piace fermarmi a pensarti
Ma se posso toccarti funziona di piu'.
E non serve spiegarti la storia che sei
[le parole son senza ritorno lo sai]
Preferisco appoggiare le labbra alle tue
[col respiro che si agita contro le mie]
Non mi va di parlare di ieri
Con la vita non ci sto mai pari
Tu sei molto diversa dagli altri, dai di piu'.

CHORUS:

A pensarci bene il bello di te
E' che viaggi sempre sulle mie frequenze, sei grande
Ed in certe cose sei come me
Non t'accontenti di essere una tra tante, sei grande

Ed do molto rispetto per ogni tua idea
[non la voglio cambiare per pazzesca che sia]
Non ti stresso per farti piu' simile a me
[che se fossi diversa non saresti piu' te]
Poi nessuno conosce nessuno
Non si sa mai con chi stai, pero'

CHORUS:

A pensarci bene il bello di te
E' che viaggi sempre sulle mie frequenze, sei grande
Prendi quel che serve fino che c'e'
Mi dai tanto e non te ne accorgi neanche
Sei grande, ma grande

CHORUS (x2):
A pensarci bene il bello di te
E' che viaggi sempre sulle mie frequenze, sei grande
Ed in certe cose sei come me
Non t'accontenti di essere una tra tante, sei grande

Lucas Moginie: Cinema experimental

Este fim de semana passei entre cineastas. Entre cineastas e um monte de bebida, para ser sincero. Fui convidado e tentado com a proposta de ter um filme sobre a minha vida. Haha. E você nem me conhece. Eu que não sou chegado aos grandes encontros regados a vinho aceitei. Não pega bem recusar um convite deste porre e deste porte.

Prefiro ser discreto e guardar para mim os nomes dos responsáveis pelo convite. Por tanto os chamarei de P, J e V - o que não faz a menor diferença, pois não falarei mais deles durante o texto. Ou você acha que com uma oportunidade dessa eu ia ficar falando de terceiros?


Pois eles estavam lá.

Leia mais...

terça-feira, 27 de maio de 2008

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Ninguém

A rua estava fria. Era sábado ao anoitecer, mas eu estava chegando e não saindo. Passei no bar e comprei um maço de cigarros. Vinte cigarros. Eram meus vinte amigos que iam passar a noite comigo.
A porta se fechou como uma despedida para a rua, mas a porta sempre se fechava assim. Ela se fechou com um som abafado e rouco. Mas era sempre assim que ela se fechava. Um som que parecia o adeus de um condenado. Mas a porta simplesmente se fechara e ela sempre se fechava assim. Todos os dias ela se fechava assim.
Acender o fogo, esquentar o arroz, fritar um ovo. A gordura estala e espirra ferindo minhas mãos. A comida estava boa. Estava realmente boa, embora tenha ficado quase metade no prato. Havia uma casquinha de ovo e pensei em pedir-me desculpas por isso. Sorri com esse pensamento. Acho que sorri. Devo ter sorrido. Era só uma casquinha.
Busquei no silêncio da copa algum inseto, mas eles já haviam todos adormecido para a manhã de domingo. Então eu falei em voz alta. Precisava ouvir alguma coisa e falei em voz alta. Foi só uma frase banal. Se houvesse alguém perto diria que eu estava ficando doido. Eu sorriria. Mas não havia ninguém. Eu podia dizer o que quisesse. Não havia ninguém pra me ouvir. Eu podia rolar no chão, ficar nu, arrancar os cabelos, gemer, chorar, soluçar, perder a fala, não havia ninguém para me ver. Ninguém para me ouvir. Não havia ninguém. EU PODIA ATÉ MORRER.
De manhã o padeiro me perguntou se estava tudo bom. Eu sorri e disse que estava. Na rua, o vizinho me perguntou se estava tudo certo. Eu disse que sim e sorri. Também meu patrão me perguntou e eu sorrindo disse que sim. Veio a tarde e meu primo me perguntou se estava tudo em paz e eu sorri dizendo que estava. Depois uma conhecida me perguntou se estava tudo azul e eu sorri e disse que sim, ESTAVA, TUDO AZUL.

(Luiz Vilela)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Esconderijo

Eu não agüento mais me esconder
Cansei...
A minha vida é um esconderijo
Me escondo atrás de tudo e de todos,
Escondo meus sentimentos,
Escondo meus pensamentos.
Não quero que ninguém saiba o quanto sofro
E quanta tristeza guardo em meu coração,
Não sei mais o que fazer,
Não quero mais me esconder,
Não suporto mais ficar presa aqui
Eu entrei em um labirinto
E não consigo achar uma saída.
Aqui ta tão escuro, tão frio...
Não consigo ver nenhuma luz
To com tanto medo...
Então converso com as paredes
E elas não me respondem
Me desespero...
Não sei o que fazer
Quero sair daqui
Por favor, me tirem daqui
Quero voltar a viver
Quero voltar a ser feliz
Então grito desesperadamente "\\"me Ajudem"\\"
Mais ninguém me ouve,
Então começo a chorar
Começo a conversar comigo mesma
Começo a me perguntar
Por que?
Porque esta acontecendo isso comigo?
Quero sair daqui,
Preciso de luz,
Preciso do vento,
Preciso me revelar.
Revelar meus sentimentos,
Meus pensamentos.
Não quero ser aquela que chora pelos cantos nunca mais...
Não quero ser aquilo que o mundo me tachou...
Não quero ser aquela garota depressiva e deprimida que todos conhecem,
quero voltar a ser o que eu era antes...
Não sei bem o que eu estou sentido,
É tão complicado,
é uma mistura de arrependimento, tristeza, SAUDADES
Tenho saudades da pessoa alegre que eu era,
Tenho saudades do que eu fui.
Preciso sair desse esconderijo
Preciso ser o que eu sempre fui...
Tirem-me daqui!

(Desconhecido)

(e pensar que esse poema já esteve no meu fotolog, porque??? Parece tudo tão estranho)

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Foto


Algumas coisas são melhores nem serem comentadas...

terça-feira, 20 de maio de 2008

Valor

Quanto vale os momentos com as pessoas que se ama???
(Sim, no geral...)

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Saudades - Seguindo

Domingo, Dia das Mães, não foi ruim, pelo contrário, foi até melhor que o esperado, os dias tem sido diferentes esse ano, BEM diferentes e confesso que não sei como estou recebendo isso, acho que deixando algumas coisas numa caixinha no fundo do coração, sempre de olho para não explodir nada e seguindo em frente e feliz.

Muitas coisas aconteceram, enfrentar 2007 não foi fácil em alguns aspectos e foi maravilhoso em outros, realmente não sei definir isso... Olho para o lado e vejo pessoas maravilhosas, pessoas que amo, como também sinto falta de outras.

O Junior sempre me falou que sentia falta de sua mãe, esse é o segundo ano que ele a tem presente no Dia das Mães capitalista, por mais que sentisse vontade de abraçá-lo e adotar o velho irmão como filho, sentia um pouco a dor, hoje sinto como se não o tivesse mais, como se realmente o tivesse adotado e perdido, ainda bem que não existe dia do irmão...

Algumas pessoas podem não entender como uma amizade vindo do ginásio ainda, com poucos encontros conseguiu me abalar tanto, deve ter sido pelas lições e o modo que era tratada por ele... Meu irmão, não de sangue, mas tão legível quanto.

Fico feliz por notar em cada pessoa que conheço algo característico dela, ninguém é igual a ninguém, ninguém poderá substituir pessoa alguma que entrou em minha vida, aquecer o lugar, fazer recordar é algo a parte, não conta. Bom, só sei que sinto saudades, que demorei pra criar forças e vir falar de um pouco da falta que tenho sentido, mas hoje entendo o que ele mesmo sem silêncio, mesmo em brigas tanto me ensinou com relação algumas coisas da vida, de elos, abraços, confianças, entendo porque ele me alertava tanto de coisas que eu não sabia ainda do que se tratava. Mesmo não podendo ver noto que ainda esta comigo ensinando sempre. Espero que seu dia das mães tenha sido tão bom, na casinha de campo dos sonhos... Amo-te irmão, para sempre... E até imagino o que está pensando de tudo que tem acontecido, pode deixar, vou me cuidar e cuidar de todos sim, e sei quem um dia terei que agradecer e pelo que... Pode deixar, certas coisas não temos mesmo como esquecer e esse seu jeito eu sei bem...

Love In The Afternoon - Legião Urbana

É tão estranho, os bons morrem jovens
Assim parece ser quando me lembro de você
Que acabou indo embora, cedo demais

Quando eu lhe dizia: - me apaixono todo dia
E é sempre a pessoa errada
Você sorriu e disse: - eu gosto de você também
Só que você foi embora cedo demais
Eu continuo aqui, meu trabalho e meus amigos
E me lembro de você em dias assim
dia de chuva, dia de sol
E o que sinto eu não sei dizer

- Vai com os anjos, vai em paz
Era assim todo dia de tarde, a descoberta da amizade
Até a próxima vez, é tão estranho
Os bons morrem antes
Me lembro de você e de tanta gente
Que se foi cedo demais

E cedo demais eu aprendi a ter tudo que sempre quis
Só não aprendi a perder
E eu, que tive um começo feliz
Do resto eu não sei dizer

Lembro das tardes que passamos juntos
Não é sempre, mas eu sei
Que você está bem agora

Só que este ano o verão acabou
Cedo demais.

* * *

“A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável. O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim. Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem!”

(de um desses sites que tanto falam da Isabella)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Perdendo Dentes - Pato Fu

Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão

Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém

Acho que eu fico mesmo diferente
Quando eu falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
Eu uso as palavras de um perdedor

As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei

As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci

Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão

Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém

Acho que eu fico mesmo diferente
Quando eu falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
Eu uso as palavras de um perdedor

As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei

As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci

As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei

As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci

Eu nunca esqueci

terça-feira, 6 de maio de 2008

Clima - Tempo

Chegamos numa situação em que não temos como falar se a massa de ar frio está estacionada em São Paulo devido aos eventos Culturais ou ao congestionamento mesmo.
Dizem as más línguas que ontem e hoje foram dias extremamente frios, eu sobrevivi com uma blusa sem sofrimento algum, se não tivesse lido a matéria do G1 com certeza não acreditaria nesse papo de frio extra, mas as pesquisas estão ai para provar que não sou normal, mas enfim, preparem-se a madrugada de quarta-feira promete ser a mais fria do ano, peguem suas orelheiras, toquinhas e cobertores... Se tiverem algum "bolor" taquem na lareira que também ajuda, só cuidado pra não por fogo na casa inteira e acabar morrendo torrados (é, se não aviso vão jogar a culpa em mim depois)...

Só falta nevar...


Agasalhem-se e sejam felizes...

Já que falamos em congestinamentos, quem mora em SP preste atenção nos horários de saída por ai, a situação realmente é crítica eu que moro só por perto por causa do maldito trânsito me atrasei 30min. Não que tenha me esforçado muito, mas já viram...

Não. aqui tento trazer cultura, mas informações já é pedir demais, basta hoje, esqueçam isso em outros dias...

domingo, 4 de maio de 2008

Sono

Não preciso falar mais nada né...


Homenagem ao dia das mães que vem chegando =P