sexta-feira, 30 de julho de 2010

Boa Semana

Cada pessoa tem seu momento no mês de "boa semana" a minha demorou para acontecer, mas por fim aconteceu, coisas boas, incriveis aconteceram, desde conhecer gente nova a fazer um levantamento das coisas que andei passando.
Feliz com alguns encontros e reencontros, papos, descobertas, leituras. Agora só falta dormir mais.

Eu sei que estou voltando agora, mas em agosto andarei sumida devido ao curso do CFC (sim, vou tentar tirar a carta por fim), mas volto com novidade em breve, principalmente por causa da "Bienal do Livro" e do "Fantasticon".

Até Mais.

Senhor dos Aneis - Livros

Sim, depois de sabe lá quantos anos eu li até o final "Senhor dos Aneis - A Sociedade do Anel", falta os outros dois, mas vamos com calma, um livro de cada vez.
Prometi a mim mesma que não assistiria ao filme que nem gente grande até que terminasse os livros e acredite até hoje não assisti até ao filme o segundo e nem vi trecho do terceiro, sim, como disse meu dentista eu sou anormal.
Lendo esse livro vi várias ações/personagens que você pode ver no nosso dia-a-dia, o amigo fiel mesmo com duvidas do caminho, os amigos que te acompanham porque querem demonstrar a lealdade, o traiçoeiro, o de momento, os rivais que podem se tornarem amigos, entre outros. As cena tenho até medo de comentar, melhor deixar quieto. Mas algumas coisas apertam o coração, outras nos dá um pic extra. Valeu a pena a leitura, apesar dos demais comentários.

Falando em comentários, existe no youtube um vídeo do Felipe Neto (Não Faz Sentido) que fala do livro Crepusculo, ele ACABA com o livro e alguns comentários tentam acabar com ele, mas não dá muito certo, FELIZMENTE, os tipos de comentários que mais aparecem é falando que ele que é super fã porque leu os livros e assistiu aos filmes, mas cara é óbvio que ele fez isso, não se pode falar mal de algo sem conhecer, achar que é infantil, que não é bom, por algumas resenhas, orelha e pequenos paragrafos é uma coisa, agora falar MAL mesmo só conhecendo, lendo para ter reais justificativas, que é o que ele põe, eu li e PUTZ, que saco, alguns a leitura passa rápido, outros uma tortura, no final foi só um livro, nada de bom, sem sentimentos, sem atingir empolgação alguma em mim, nem as "piores" me fizeram falar nada/sentir nada. Não, eu nunca recomendei esse livro pra ninguém, mas é o que falava "ao menos vi pontos pra diferenciar algo bom de algo ruim e ter base pra criticar", quem me conhece tem a minha base pra reclamar também.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Meu Amor é Um Vampiro

O último livro que terminei foi “Meu Amor é Um Vampiro”, me arrependo incrivelmente de não ter ido ao lançamento, mas cada um tem seu momento para as coisas.

O livro é uma coletânea com 9 autoras, organizado por Eric Novello e Janaina Chervezan, apesar de ter achado a capa algo meio adolescente, eu conhecia o trabalho do Novello e de algumas das autoras, mesmo se fosse juvenil demais a qualidade compensaria a leitura, bem que dizem que capa não revela o conteúdo e nem sempre uma boa capa é sinônimo de bom livro, e vice-versa, mesmo eu sendo daquelas que tem a visão que uma boa capa faz um grande diferencial, enfim.

“Meu Amor é um Vampiro” me agradou demais e fico feliz por ter lido, ele mostra diferentes personagens lidando com isso que chamamos de paixão, amor à primeira vista, sensações estranhas ao ver alguém, cada autora ao seu modo mostrar como nem tudo é fácil, nem todo amor adolescente é mil maravilhas, nem todo sentimento é correspondido, nem sempre a beleza é que conta e nem sempre devemos confiar fielmente em quem diz nos proteger. Como não poderia faltar em um livro de vampiros existiu a sedução, a magia, a força, o sangue, a lealdade com o que se deseja. Do dócil ao “bruto”, do racional ao irracional, do querer e não querer amar, do mistério as descobertas tudo em algumas páginas.

Elas mandaram ver.

“Meu Amor é Um Vampiro” Quem nunca se apaixonou que enfie a primeira estaca.

Tem dias que acordamos como se fossemos mentir pro mundo inteiro, aquela sensação de ter que respirar fundo e encenar até a hora de voltar para cama.

Hoje foi meu dia, o dia em que acordei sem querer abrir os olhos, enrolei na cama querendo que tudo não fosse nada além de um sonho, um pesadelo, mas era realidade. Dia chuvoso, me desligava totalmente. Agora responda “Quem foi que disse que pesadelos não se tornam realidade?” Vi isso hoje, não sei como, não sei por que.

Não vi quem eu queria, senti saudades de quem não deveria, comecei a sentir de quem eu tinha por perto, estamos crescendo e eu ainda finjo que sei lidar com isso, tapa na cara é sempre bom. Sonhei, escrevi, desenhei, fotografei, recordei e o melhor é que não fugi de mim 100%

Agora é hora de correr e crescer de verdade, mesmo sendo chato.

Como dizia Cazuza “O Tempo não para”.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

"O prédio, o tédio e o menino cego"

Há uns dias estava lendo no trajeto de casa para o trabalho, e vice-versa, o livro de Santiago Nazarian “O Prédio, O Tédio e O Menino Cego”, após um dia cansativo de trabalho estava no ônibus com a minha gestora e ela me perguntou em qual deles eu me via, ela não leu o livro e já estava me jogando na parede, querendo que eu respondesse logo qual deles, se ainda perguntasse dos personagens eu talvez parasse para pensar, mas acho que a pergunta foi tão surpreendente e sem sentido no momento que eu respondi de imediato “O prédio”, quando terminei o livro não mudei de idéia, entre os três essa era eu, o prédio inclinado, tá, o livro para mim foi um tédio até a metade do livro, odiei o capitulo que era pra falar que era um tédio, mas não vim falar do livro em si.

O Prédio inclinado na verdade tinha vários motivos para ser assim, uma construção, uma mudança difícil que o manteve daquele jeito por anos, ele aceitava e ejetava pessoas quando bem entendesse, as pessoas tinham que se acostumar com o jeito diferente dele comparado aos outros e estranharam quando ele mesmo mudou. Quem nunca passou por coisas semelhantes? Aceitar e “rejeitar” pessoas que apareciam em suas vidas, aceitar e depois ver que não era o melhor, mudar e assustar com essa mudança, ter contato com inúmeros tipos de pessoas. Acho que foi por ai que meu subconsciente se baseou para responder a pergunta louca que recebi. O Prédio inclinado tinha um pouco de mim e com certeza tem um pouco de você, acho que sem querer, ou querendo, vai saber, Nazarian sabia o que estava escrevendo e como estava.

domingo, 4 de julho de 2010

O (Não) Retorno

Não sei se voltarei a postar, pode ser que um dia eu acorde e decida vir até aqui rabiscar alguma coisa, pode ser que eu suma por um ano como da última vez, tudo é possivel se tratando de mim e mais ainda desse blog. Não sei por qual motivo criei, o porquê de ter pseudo-voltado, não sei de muita coisa, talvez saiba e não queira falar, talvez seja só pirraça, pode ser que daqui uns dias eu coloque tudo que eu leia no papel, ser que tudo fique para mim mesma, afinal nem todo mundo quer ouvir/ler os outros e não sou eu que vou mudar isso, até porque a vida já muda muita coisa ao nosso redor...

Vamos lá que a semana ainda nem começou e já quero a quinta-feira, acho preciso de um novo ambiente, isso sim. Cadê a minha ilha?????