domingo, 23 de janeiro de 2011

Diversos de Martha Medeiros

Publicitária frustrada (?) e ótima colunista, esta é Matha Medeiros, que escreve crônicas para o Jornal Zero Hora de Porto Alegre, e para o Jornal O Globo, do Rio de Janeiro (Informações do Wikipedia)
Já li alguns dos livros da Medeiros, sendo a maioria de crônicas cotidianas, um dos meus preferidos não são de contos, Divã, sim o que deu origem ao filme, que foi extremamente fiel ao livro, fiquei feliz por isso.

  • Em “Cartas Extraviadas” as poesias são os sentimentos e as idéias expostas.
Como é que você sabe que ama, quem lhe garante?
bate o coração mais rápido na presença do seu amado
mas na presença de um miliante também, quem lhe garante?
você passa noite e dia pensando na namorada
mas na sua conta corrente também, quem lhe garante?
as saudades do cheiro dela lhe pressionam o peito
mas a saudade dos tempos de estudante tambpem, quem lhe garante?
milhares de fotos da eleita decoram a sua casa,
mas você tem a fantasia de um flagrante, quem lhe garante?
você daria a vida para tê-la neste instante
mas não pode prever mais adiante, quem lhe garante?
como é que você sabe que ama, consultou sua cartomante?

  • “Non-Stop” trabalha mais com o nosso dia-a-dia noticiado nas TVs e jornais, não, não é o noticiário que ela nos apresenta, ela utiliza neste livro os fatos para criar suas crônicas, do jornal para nós.

"Leitura é sempre um prazer, mas pelo computador é um prazer menos envolvente. Acessou, leu, gozou e desligou. Sexo sem amor. "(Martha falando no conto "Sexo sem amor" sobre os e-books, em maio de 2000)


  • “Doidas e Santas” não escapam dos momentos vividos, um exemplo é a crônica “Antes de Partir”, lembra alguma coisa? Sim, o filme, ela fala do filme, é um livro realmente das crônicas escritas para o jornal Zero Hora, mas esse fato não desmerece o trabalho que realmente ficou bom, prova disso é o texto com o mesmo nome do livro.

"Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer um que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascinante.
...
E santa, fica combinado que não exite. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazes da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só sendo louca de pedra."

  • E o que você sempre quis dizer a alguém - e nunca teve coragem? O que precisa falar de uma vez por todas - mas desiste, espera, até chegar o momento mais apropriado? Em "Tudo que Eu Queria te Dizer", Martha Medeiros encarna personagens que assinam cartas reais, trágicas, por vezes cômicas, devastadas por sua dor. Em comum, as personagens deste livro têm a verdade de quem atravessa um ponto de virada em suas vidas e resolve colocar as cartas na mesa. (sinopse do livro). Um livro, particularmente, adorável.
"Ma belle, viver bem não é para amadores. Puxe para si a responsabilidade de encerrar de vez essa inimizade estéril, esse desgaste emocional tão nocivo à pele e ao humor. Você não é uma menina, é uma mulher. E uma mulher deve saber discernir o que é, de fato, uma derrota e uma vitória. Derrota é quando a gente ganha dos outros, mas desiste de si mesma.
Ao seu lado, mesmo que você não veja,

Cris"
  • “Divã”, sentar num divã é mais do que começar a falar, é se libertar e foi isso que Mercedes fez, descobriu mais coisas do que buscava, mudou a vida, com felicidades e tristezas, teve uma vida uma curtição, frases únicas que até eu me identifiquei, Divã foi um livro que eu recomendei e assisti de verdade.

"Onipotente por quê? Realista, meu caro. Sei que será um caso breve e não estou morrendo de amores por ninguém, apenas estou usufruindo uma experiência que eu já deveria ter vivido há mais tempo. Caramba, não tenho mais 15 anos, posso arcar com minhas aventuras, ou não?"

Martha com seus contos, crônicas, poesias e livro participaram bem do meu 2010. Dêem uma fuçada se tiverem oportunidade.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Neon Azul

(Eric Novello)


Eu sei, dias e dias sem atualizar, estou voltando a deixar esse blog abandonado, mas a culpa é do mundo, não minha... Detesto falar isso, mas às vezes quero que o ano acabe logo, porque ele já esta me acabando de verdade e quero encerrá-lo logo. Mas dramas de lado e vamos aos livros.

Felizmente ando lendo muitos livros, alguns bons, outros nem tanto... O livro a seguir fica com o lado ÓTIMO, não porque vi ele se formar e nascer, muito menos porque é do Eric Novello, pode ser que seja a presença do Lucas Moginie que afeta minha opinião, mas melhor deixar isso de lado, seja como for o livro é muito bom mesmo.

Neon Azul

Quando você lê essas duas palavras o que imagina??? Aquela lampadinha azul, para decoração na maioria dos casos. Enfim. Agora imagine esse nome/efeito na frente de um barzinho/boate.



Seja Bem Vindo





Não é exatamente o que você quer no momento, mas o que deseja pra vida. Quase tudo corre em volta disso, envolvendo o Homem e o contato com o Neon Azul, nem sempre dentro.

Cada capitulo traça um personagem, mas em todos eles vemos ligações entre si mesmo lendo fora de ordem, a minha vida é minha, mas nela posso contar de você e assim criamos nosso círculo, o mesmo acontece aqui, mas imagina seres tão diferentes se esbarrando em um “prédio” e não na rua e fazendo a diferença.

Um homem que não dorme nunca e usa isso positivamente, quem dera um dia eu ser quase assim. Um advogado com um cramulhão na garrafa de seu escritório, se descobrindo. Um pianista que vai às alturas com sua própria música, e das melhores não é porque o inferninho é pessoal que temos que esculhambar com as músicas (mandou muito bem nessa). Um mendigo respeitado. Um Assassino. Uma dançarina. Um editor que pode ter uma grande evolução dando o que não é exatamente dele. Um escritor, particularmente meu preferido, que usa a vida alheia como inspiração. Entre outros. Os personagens foram bem posicionados no livro com seus psicológicos trabalhados delicadamente.

Difícil acreditar que certas coisas acontecem, mas (in)felizmente a realidade também dá as caras por ali de diferentes formas.

Neon Azul foi um ótimo livro que eu leria novamente se tivesse esse hábito de repetir livros, principalmente os que ficam em nossa mente.


Agora por favor, me traga a especialidade da casa.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Amberville

(Tim Davys)

Há meses venho lendo alguns livros que não tem me prendido tanto; é difícil falar isso, porém real, três pela metade, não porque são ruins, mas não são do meu clima atual, eu sei que tenho que me esforçar mais, só peço paciência.
Enquanto isso tem os que eu terminei e não comentei nada aqui, então vamos lá.

Amberville é um livro um pouco diferente, começando pelos personagens: BICHINHOS DE PELUCIA. Isso mesmo, aqueles bichos fofos que damos para crianças (e pra mim), pelúcia, e não nem pense que são bichos fofos e por isso é tudo muito fofinho também, não, existe morte, ameaças, brigas, bebidas, loucuras, sermões, amor e ódio, isso e mais um pouco... Sim, se não deixassem tão claro que são Pelúcias seria um livro de personagens normais...

Ãhm, normais??? Quase, porque um dos motivos da evidência que muda tudo é que sangue, não é sangue, é espuma, sabe quando você corta a mão e sai sangue??? É, ai que muda, sai espuma, pelúcia, não canso de repetir isso e tudo acontece nesse livro, você vai e volta, sente medo, pensa na sua própria vida, escuta realmente os sermões e tenta entender como as coisas funcionam lá e cá.

“Escapar da vida por meio da morte é como resistir a tentação de coçar as costas cortando fora a sua parta, ser bom é mais difícil do que ser mau”


A culpa seria do mordomo se existisse um...


Esse livro me fez rir muito logo nas primeiras páginas onde lembrei de um apelido rápido que dei a um amigo, ele talvez nem lembre, mas eu vou lembrar sempre...

domingo, 5 de setembro de 2010

Aura Negra - Academia de Vampiros

Ser novo e se apaixonar por alguém mais velho costuma criar certos problemas, piora quando essa pessoa além de mais velha tem um trabalho que atrapalha o relacionamento, o impede de vivenciá-lo 100%, e dependendo da etapa de sua vida esse problema tem uma intensidade maior, acredite, se apaixonar por instrutor nem sempre é a melhor coisa a se fazer, mas quem manda no coração?

Essa poderia ser a minha história, mas não é, foi uma “vivencia” de Rose em “Aura Negra – Academia de Vampiros”, uma aprendiza de guardiã de vampiros que se apaixona pelo instrutor, o pior, é correspondida mesmo ele evitando, ai vem todo aquele tormento de relacionamentos que alguém tem a cabeça centrada no que é certo, mas enfim.

Conflitos familiares, entender (ou ter idéia do que se passa) a cabeça da melhor amiga, paqueras de escola, rebeldia, desenvolvimento e enfrentando pra valer quem cruzasse seu caminho, tem um pouquinho de cada coisa no livro, mas sem exageros.

O livro apesar disso não me lembra Crepúsculo, deve ser por isso que não veio com a corda toda, não creio que as meninas queiram se ver como guerreiras ávidas por destruir um strigoi, sim, quando falam que a Meyer só teve sucesso por isso, por realizar sonhos de menininhas e menininhos, tinham razão. Mas tudo bem, não é um livro que saio recomendando, não mesmo, li este só porque li Beijo nas Sombras, da mesma série. Estou querendo me afastar dos livros tão juvenis, não por preconceito, mas não tem me agradado tanto como antes. Sim, eu ainda era criança.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Nada a dizer

Já ouvi tanto as pessoas falarem “eu te amo eternamente”, “você é o amor da minha vida” e blas mais e “do nada” terminam seus relacionamentos, não sem dor, mas também sem muita demora em achar um novo “amor eterno”, não é bem disso que o livro fala, ele trabalha com traição, o engano, as mudanças a revelação, o pós-traição, mostra que amar não é tão fácil assim e perdoar então... tem muita coisa por trás disso, às vezes achamos que amamos alguém e então vimos que não é tão por ai, mas o que é pior é que às vezes achamos que somos tão íntimos de alguém e tudo desmorona e descobrimos novas coisas, tem um capitulo do livro que fala assim “... Eu tinha lutado minha vida inteira para obter o que sempre me pareceu sumamente desejável: a intimidade sem necessidade de defesas com outra pessoa. Achei, minha vida inteira, que seriam os relacionamentos longos e monogâmicos os que poderiam oferecer esse enorme prazer – o da ausência de agenda oculta, de jogos, de cuidados...” e assim ela continua falando que tudo isso desmoronou (ao modo dela) e realmente desmorona quando descobrimos que a coisa não é por ai, tive uma experiência bem traumática, não foi de um relacionamento mas essa sensação de jogo aberto por causa da intimidade também achei acontecer com amizade, não de uma intimidade infinita, mas mínima de papos e verdade de jogo aberto por ele mesmo e não era assim, ilusão minha, como a protagonista tinha de ter uma vida sem certas preocupações, ela demorou para se acertar, passou por crises, enfrentou coisas, mudanças e eu continuo fazendo isso e olha que é difícil, algumas coisas por mais que tentemos não mudar acabam mudando e aprendemos a dar valor a outros detalhes, a nutrir e aprender dia a dia novas conquistas, do livro aprendi que existem coisas que mesmo numa relação de anos você tem que nutrir dia a dia, cuidar dia a dia para não cair na enganação, não só do outro, mas própria, foi uma lição de vida num livro, como costuma ser. Elvira Vigna mandou muito bem em “Nada a dizer”, por que algumas coisas simplesmente não precisam ser ditas, não é atoa que ela foi tão bem resenhada.

Resenhas Aqui

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Sem palavras.

As coisas têm mudado por aqui, em todos os sentidos eu posso falar, em todos os sentidos mesmo.
Ando fazendo e terminando aulas de tudo quanto é curso, de todas as formas possíveis, mas em alguns momentos acho que não aprendi nada, estranho isso, porém real, li uma matéria da Galileu que fala do “emburrecimento” ou mesmo “atraso de vida” que a internet tem feito por nós, algumas coisas reais, outras duvidosas, mas ao parar para escrever esse post (enquanto assistia a um filme) vi que é por ai mesmo, triste, mas é; não que eu ligue, mas poderia não ligar pra valer, concorda? Confuso, eu sei.

Para completar a confusão algumas pessoas têm me surpreendido nos últimos tempos, com palavras duras (que ainda doem), com elogios, novas conversas, ações e reações e até mesmo com novas escolhas, difícil falar sobre isso, ainda não sei, mas aprenderei a lidar com as novidades nem sempre boas que apesar de tudo aparecem, mas não tenho o que me lamentar, como disse alguns papos novos, convites, esperanças ainda aparecem para fazer meu dia um pouco melhor, ter uma esperança então é melhor focalizar nessa ultima parte.

De bom tive o curso do CFC, o curso em si não foi lá essas coisas, o que foi bom mesmo foram contatos, uma semana depois e continuo mantendo contato com o pessoal, marcando de sair e curtir, os intervalos dão saudades, mas os sms ficam para nos fazer rir ainda.
Bienal do livro, eu fui, com a garganta inflamada e dolorida, o dia num gelo só, lá encontrei o Juliano Sasseron e deu para matar um tico da saudade do meu escritor mineiro fofo, em breve lerei o livro dele e falo por aqui, espero que sendo tão sincera como procurei ser, não que tenha sido 100%, mas chegou perto do que sei falar, ainda mais porque ninguém lê isso aqui mesmo, acho que tenho escrito para não me deixar enganar, ou sei lá.
Fora tudo isso ainda tem muita coisa que eu já decifrei e outras tantas que nem cheguei perto, então melhor deixar quieto e finalizar aqui, antes que eu me perca mais e mostre o quão confusa eu sou, o que não é novidade. Sim, pirando.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O Diário da Sibila Rubra

Ouvir uma história é muito gostoso quando ela é interessante e a voz de quem conta se enquadra no texto, adorava quando minha sobrinha fazia isso pra mim quando eu era pequena, mas hoje tem coisas que me incomodam em relação a isso, livros contados assim nem sempre me agradam mais. Não sei se foi algo bom ou ruim, mas “O Diário da Sibila Rubra – Kizzy” lembrou-me isso, desde o começo eu ouvi como se alguém estivesse lendo para mim, o ruim foi porque eu não curto mais esse tipo de sensação, mas ao mesmo tempo era o que o personagem estava fazendo realmente, ele conseguiu me fazer ouvir o personagem como o outro tinha que ouvir, felizmente não sou profissional em falar sobre livros, porque não saberia o que realmente falar, o objetivo do autor foi atingido a leitura ao outro, eu acho, mas me irritou, isso é pessoal, fez diferença pra mim, então...
Quanto à história, tinha momentos que eu achava desnecessários, viajadas, tem livros que os finais me estressavam num sentido que não posso explicar aqui, não que seja ruim, mas mais uma vez a sensação pessoal entrava no meio e eu ficava sem definição para aquele momento, mas em outros a história corria bem mesmo, fiquei imaginando as pesquisas que o Kizzy fez para conseguir escrever o livro, os personagens enfrentarem coisas, aprenderem, lidarem com elas em diversos sentidos, nem tudo é fácil, nem tudo é culpa dos outros, são coisas que temos que aprender mesmo, não foi uma lição de moral que ele passou, mas que dá para aprendermos muito eu acho que felizmente eu consigo com todo tipo de livro, mesmo que o autor às vezes nem tenha imaginado isso, por essas pequenas coisas eu adorei o livro. Valeu a leitura, se não tivesse lido e soubesse que seria assim eu leria de novo só para ter o sabor dessas sensações.

P.S.: Esse foi meu livro de momento, não de lista!!!! Sim, faz diferença pra mim.
=/

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Boa Semana

Cada pessoa tem seu momento no mês de "boa semana" a minha demorou para acontecer, mas por fim aconteceu, coisas boas, incriveis aconteceram, desde conhecer gente nova a fazer um levantamento das coisas que andei passando.
Feliz com alguns encontros e reencontros, papos, descobertas, leituras. Agora só falta dormir mais.

Eu sei que estou voltando agora, mas em agosto andarei sumida devido ao curso do CFC (sim, vou tentar tirar a carta por fim), mas volto com novidade em breve, principalmente por causa da "Bienal do Livro" e do "Fantasticon".

Até Mais.

Senhor dos Aneis - Livros

Sim, depois de sabe lá quantos anos eu li até o final "Senhor dos Aneis - A Sociedade do Anel", falta os outros dois, mas vamos com calma, um livro de cada vez.
Prometi a mim mesma que não assistiria ao filme que nem gente grande até que terminasse os livros e acredite até hoje não assisti até ao filme o segundo e nem vi trecho do terceiro, sim, como disse meu dentista eu sou anormal.
Lendo esse livro vi várias ações/personagens que você pode ver no nosso dia-a-dia, o amigo fiel mesmo com duvidas do caminho, os amigos que te acompanham porque querem demonstrar a lealdade, o traiçoeiro, o de momento, os rivais que podem se tornarem amigos, entre outros. As cena tenho até medo de comentar, melhor deixar quieto. Mas algumas coisas apertam o coração, outras nos dá um pic extra. Valeu a pena a leitura, apesar dos demais comentários.

Falando em comentários, existe no youtube um vídeo do Felipe Neto (Não Faz Sentido) que fala do livro Crepusculo, ele ACABA com o livro e alguns comentários tentam acabar com ele, mas não dá muito certo, FELIZMENTE, os tipos de comentários que mais aparecem é falando que ele que é super fã porque leu os livros e assistiu aos filmes, mas cara é óbvio que ele fez isso, não se pode falar mal de algo sem conhecer, achar que é infantil, que não é bom, por algumas resenhas, orelha e pequenos paragrafos é uma coisa, agora falar MAL mesmo só conhecendo, lendo para ter reais justificativas, que é o que ele põe, eu li e PUTZ, que saco, alguns a leitura passa rápido, outros uma tortura, no final foi só um livro, nada de bom, sem sentimentos, sem atingir empolgação alguma em mim, nem as "piores" me fizeram falar nada/sentir nada. Não, eu nunca recomendei esse livro pra ninguém, mas é o que falava "ao menos vi pontos pra diferenciar algo bom de algo ruim e ter base pra criticar", quem me conhece tem a minha base pra reclamar também.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Meu Amor é Um Vampiro

O último livro que terminei foi “Meu Amor é Um Vampiro”, me arrependo incrivelmente de não ter ido ao lançamento, mas cada um tem seu momento para as coisas.

O livro é uma coletânea com 9 autoras, organizado por Eric Novello e Janaina Chervezan, apesar de ter achado a capa algo meio adolescente, eu conhecia o trabalho do Novello e de algumas das autoras, mesmo se fosse juvenil demais a qualidade compensaria a leitura, bem que dizem que capa não revela o conteúdo e nem sempre uma boa capa é sinônimo de bom livro, e vice-versa, mesmo eu sendo daquelas que tem a visão que uma boa capa faz um grande diferencial, enfim.

“Meu Amor é um Vampiro” me agradou demais e fico feliz por ter lido, ele mostra diferentes personagens lidando com isso que chamamos de paixão, amor à primeira vista, sensações estranhas ao ver alguém, cada autora ao seu modo mostrar como nem tudo é fácil, nem todo amor adolescente é mil maravilhas, nem todo sentimento é correspondido, nem sempre a beleza é que conta e nem sempre devemos confiar fielmente em quem diz nos proteger. Como não poderia faltar em um livro de vampiros existiu a sedução, a magia, a força, o sangue, a lealdade com o que se deseja. Do dócil ao “bruto”, do racional ao irracional, do querer e não querer amar, do mistério as descobertas tudo em algumas páginas.

Elas mandaram ver.

“Meu Amor é Um Vampiro” Quem nunca se apaixonou que enfie a primeira estaca.