Enquanto isso tem os que eu terminei e não comentei nada aqui, então vamos lá.
Amberville é um livro um pouco diferente, começando pelos personagens: BICHINHOS DE PELUCIA. Isso mesmo, aqueles bichos fofos que damos para crianças (e pra mim), pelúcia, e não nem pense que são bichos fofos e por isso é tudo muito fofinho também, não, existe morte, ameaças, brigas, bebidas, loucuras, sermões, amor e ódio, isso e mais um pouco... Sim, se não deixassem tão claro que são Pelúcias seria um livro de personagens normais...
Ãhm, normais??? Quase, porque um dos motivos da evidência que muda tudo é que sangue, não é sangue, é espuma, sabe quando você corta a mão e sai sangue??? É, ai que muda, sai espuma, pelúcia, não canso de repetir isso e tudo acontece nesse livro, você vai e volta, sente medo, pensa na sua própria vida, escuta realmente os sermões e tenta entender como as coisas funcionam lá e cá.
“Escapar da vida por meio da morte é como resistir a tentação de coçar as costas cortando fora a sua parta, ser bom é mais difícil do que ser mau”
A culpa seria do mordomo se existisse um...
Esse livro me fez rir muito logo nas primeiras páginas onde lembrei de um apelido rápido que dei a um amigo, ele talvez nem lembre, mas eu vou lembrar sempre...